
A corda é um dos principais símbolos do Círio. Une sofrimento, fé e crença em Nossa Senhora. Cultada por milhares de romeiros, personifica a penitência do povo paraense à Virgem de Nazaré. Ela foi introduzida à procissão por acaso, em 1866, quando o carro de boi que conduzia a imagem da Santa atolou próximo ao Ver-o-Peso. Foi preciso emprestar uma corda dos barqueiros, que por ali estavam, para desatolar a Berlinda. A partir de então, os organizadores da procissão sempre levavam uma corda, por precaução. Aos poucos, ela foi substituindo os cavalos e bois que puxavam a Berlinda, sendo introduzida oficialmente à procissão em 1885. De lá pra cá, a corda passou a ser o principal elo de ligação entre os devotos e Nossa Senhora de Nazaré.
É nela que homens e mulheres se unem, como num terço gigantesco, para agradecer à Virgem a graça alcançada. Ao longo dos quase 5 km de procissão, o sacrífico de cada um dos promesseiros pode ser percebido nos rostos, nos pés descalços e nas mãos calejadas que se agarram ao meio palmo de promessa mais disputado da procissão. Um sacrífio de quase cinco horas que é recompensado ao final do percurso, quando num gesto de fé, os devotos ainda encontram forças para erguer a corda em homenagem a Virgem de Nazaré.
É nela que homens e mulheres se unem, como num terço gigantesco, para agradecer à Virgem a graça alcançada. Ao longo dos quase 5 km de procissão, o sacrífico de cada um dos promesseiros pode ser percebido nos rostos, nos pés descalços e nas mãos calejadas que se agarram ao meio palmo de promessa mais disputado da procissão. Um sacrífio de quase cinco horas que é recompensado ao final do percurso, quando num gesto de fé, os devotos ainda encontram forças para erguer a corda em homenagem a Virgem de Nazaré.
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